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sexta-feira, dezembro 28, 2007
Religião ou Superstição?

 
Caro leitor.
Hoje, ao me onanizar durante minha ducha matinal, pensei em uma questão intrigante, controversa, "pero" realista. Eu, que me considero isotérico-politeistista, comecei a largar, desde a minha conversão para essa religião imaginária, o dogma cristão. Lancei esse meu calvário cristão no lixo, e agora me dedico a ensinamentos budistas.

Contudo, continuo usando "Ai meu deus", "jesus cristo, me ajuda!", "nossa senhora!!", "jeosuiss", etc. Geralmente uso esses termos chulos e populares para atrair sorte, e afastar a desgraça, que sempre me persegue. E então, eu pensei:"Eu, que sou um pseudo-cristão, pois fui batizado e o caralho a 4, evoco santidades cristãs por razões supertisiosas... e aqueles que se dizem cristãos?"
Foi aí que tudo ficou mais claro, caro leitor. Desde que comecei a estudar o budismo, concluí que a religião é uma filosofia feita para a sua elevação espiritual. Enfim, uma peça que lhe ajuda a se "descobrir" (não sexualmente), a se valorizar, e claro, a chegar a tal ascensão. E também concluí que a religião pode ser qualquer uma, desde que ela faça as etapas que descrevi anteriormente.

Voltando ao assunto, eu, que vivo em um meio cristão, percebo muito isso. As pessoas usam das rezas, e das santidades cristãs para o inalcançável. Ou seja, são, nesse ponto, semelhantes a superstição. O supertisioso também deseja o inalcançável, por se "afastar" da má sorte, com a ajuda de folclores, criado ao longo dos anos por diversos povos. Claro que a maioria dos cristãos usam as rezas, não só para o seu próprio bem, como o das pessoas com quem ele tem ligações emocionais. Mas expressões de ajuda como as que eu me referi anteriormente ("meu deus!", "jesus me ajude"...), que usamos em momentos de desespero, como quando estamos rodeados por travestis armados, ou estamos na prova da fuvest de ressaca. Essas expressões são de cunho supersticioso, usadas para atrair a boa sorte.

Claro que o apelo à sorte e à fortuna, alheia ou pessoal, é sempre bom. Mas esse não é o objetivo da religião. Para isso que temos superstição. Essa mistura de valores foi uma das razões pela qual a religião cristã, em geral, se deu tão bem, e conquistou tantos fieis. Ter um jeito de evocar a sorte é sempre um ponto positivo. Agora, digo isso com profunda melancolia, que a grandissíssima maioria dos cristãos não sabem o verdadeiro significado da religião. Eu vejo, que mesmo acreditando em uma pseudo-religião, eles conseguem algum tipo de elevação. Aí entra em jogo a Fé.

Poderosíssima fé. Ela é responsável pela tal ascensão espiritual inconsciente do indivíduo. A adoração por um ser maior eleva os espíritos das pessoas. Mas eu vejo essa ascensão o tanto quanto primitiva. Tantas filosofias, tantos pensamentos, tantos valores, desleixados por dogmas inquestionáveis. Esse autoritarismo do "dogma" cega o ser humano. Na verdade, todo autoritarismo cega o ser humano. E essa opressão, que sempre foi uma marcante característica da religião cristã, está presente em pecados, inferno e paraíso, demônio e anjo, e por aí vai.

Agora eu lhe pergunto caro leitor cristão. Você é deveras um cristão, que respeita os ensinamentos de jesus e da bíblia? Ou simplesmente disfarça ser um cristão, por trás de "superstições religiosas"?

Deixo essa pergunta não respondida para você,
Religião ou Superstição?


Hahaha... um pouco de blasfêmia para concluir
esse post não faz mal a ninguém.


Good luck, and good
night.

Expelido por: larica às 19:45
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