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Hippie e sujo, trabalha como vassoura humana para garantir seu angu no final do dia. Voou pelo mundo no seu tapete mágico defendo idéias como beat e vorticismo. Só sabe tocar Hurricane do Bob Dylan, e estranhamente, expele fumaça roxa ao fumar, por isso, o apelido.
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Garoto maconheiro e pederasta, nasceu caolho. Usa um tapa-olho. Perdeu a perna durante intercurso na antiga União Soviética com um Urso Pardo. Atualmente vive de esmola no centro de São Paulo.
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domingo, janeiro 27, 2008
Henry Charles, o Supernauta - Um Buddha do século XXI (PRÓLOGO)

 
"Hmmm... batatas fritas..."

Galerinha, hoje apresentarei para vocês o Henry Charles. Filho de um cafetão inglês, conhecido hoje como "Papa King", e de uma puta aposentada, conhecida como "Lolita". Até seus então 17 anos, teve uma vida agitada e muito bem abastecida, pois seu pai não é dono de um simples puteiro, e sim de uma enorme cadeia de "sacanagem" internacional, como o seu pai costuma carinhosamente apelidá-lo. Nunca parou quieto, sempre esteve nas maiores centrais de putaria de mundo: Las Vegas, Ibiza, Bangkok, Amsterdam, e claro, o Rio e o Nordeste brasileiro são paradas indispensáveis.

Mesmo vivendo desde muito cedo no seio da promiscuidade, sua família se baseava em inúmeros princípios morais. Algo raro, partido de uma cigana orfã, e de um ex-hooligan do Manchester City. A chave do sucesso deles continua um mistério. Alguns dizem que começaram com um escândalo viral, estilo "2girls1cup", outros dizem que eles tiveram uma revelação após lerem a lenda de Fausto.

Graças a exemplar formação familiar, social e educacional que seus pais lhe ofereceram, Henry Charles é hoje um jovem rapaz cheio de virtudes. Elegante, simpático, amável, correto e disciplinado. Muitos conhecidos o resumem dessa forma. Ele é um capricho social. É um amor de pessoa, mas isso não o faz um inocente. Pela exposição violenta ao pansexualismo presente na putaria, e àquela merda toda, Henry já sabe qual era a cor da vida e da buceta desde sua infância. Falta de sexo nunca faltou para ele. Afinal, as melhores putas de todo o mundo são do pai dele. Ele tem tanto poder no mundo da baixaria, que ele fez questão que o filho dele tivesse sua primeira bimbada com a Xuxa.



"We sold our soul to Rock n' Roll!!"

Deveras, um rapaz sortudo. Completou o ensino médio comprando seu diploma, e já logo foi cuidar das finâncias e trabalhos com seu pai. Mal frequentou a escola, mas não é burro. Gosta de se informar, ler, e estudar em geral. Só não gosta de escola mesmo. Além de ser um pessoa culta, adora a música. Canta, toca 3 instrumentos, e ainda só ouve música de excelentíssima qualidade.

Ele é um garoto podre de rico. Vai para sua mansão nos Bahamas quando quiser, fode quem ele quiser, compra o que ele quiser. Como ele já dizia:"Eu não preciso morrer; já estou no Paraíso." Essa frase mata qualquer um de inveja, mas também mata o pobre Henry por dentro. Ele é inteligente o suficiente para saber, que ele é perfeito. Sem modestias, nem humildades, sejamos francos; ele é o que o tio sam queria como cidadão perfeito. Ele é o que o Aldous Huxley retratava como ser humano Alpha. Ele é o que os ocidentais retratam como Dalai-lama.

Ele ponderou e ponderou... refletiu sobre sua existência, e sobre suas condições. Percebeu que ser "impecável" era um defeito. Percebeu que por mais que conhecesse o mundo, ele vive em um casulo, uma bolha, que lhe permite ver a verdade, mas não tocá-la. Ele sentiu falta desse gosto, desse toque. Seus privilégios acabaram transformando-se em lacunas no sua consciência. Se transformaram em sensações desconhecidas, e muito desejadas por ele.

Num último instante, Henry olhou para trás, sua mansão de 15 000m² em Beverly Hills, e com as carinhosas saudações das suas putas "top class", ele despediu-se do Paraíso, e desceu para o inferninho, que conhecemos como "Terra".


"Tá vendo essa ilha? Pois é, é minha"

Com uma mochila carregando tudo que ele precisava, algumas tecnologias portáteis, e ninguém para paparicá-lo, ou encomodá-lo, Henry foi em direção ao seu destino.









À sua elevação espiritual.

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Expelido por: larica às 21:11
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