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Monstro de escuridão e rutilância, foi replicado a partir dos restos de sêmen de uma iguana presentes em ranhuras duma rocha antiga encontrada no Golfo do México. Responsável pela produção caseira atual do jogo PONG, programa com sua sapiência símia altas coisas. Decorador nas horas vagas. Tipo, ele faz o design do blog.
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Hippie e sujo, trabalha como vassoura humana para garantir seu angu no final do dia. Voou pelo mundo no seu tapete mágico defendo idéias como beat e vorticismo. Só sabe tocar Hurricane do Bob Dylan, e estranhamente, expele fumaça roxa ao fumar, por isso, o apelido.
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Garoto maconheiro e pederasta, nasceu caolho. Usa um tapa-olho. Perdeu a perna durante intercurso na antiga União Soviética com um Urso Pardo. Atualmente vive de esmola no centro de São Paulo.
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Tocador de zabumba eletrônica, mora com seu rato de estimação, Lester e uma réplica em tamanho real da tartaruga ninja Leonardo. Tipo sanguíneo: C+. Gosta de caminhar na praia com uma cabeça de bode e é satanista, oh maldito.

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quarta-feira, março 05, 2008
Pequeno Intervalo

 


Contar-lhes-ei uma coisa. As coisas se escureceram novamente para mim, novamente. Parece que as tristezas e decepções só se acumulam. E nunca vão embora. Mas fazer o quê? Às vezes estou triste, outras feliz. E continua nesse ciclo vicioso, sentindo as mesmas coisas, transformando a nobreza das emoções em carne de vaca. Hoje estou triste, amanhã feliz, depois de amanhã volto a ficar triste, e assim repito minhas emoções até o dia que meu coração parar de bater. Agora até minhas emoções ficaram razas, monocromáticas, sem sal? Elas eram a tal "magia" da vida que eu tanto gostava. A vida nesse planeta é uma merda. Me sinto pior que um verme. Pelo menos um verme faz o que seu instinto limitado (como se o nosso também não fosse) diz.

Altos e baixos. Eu quero ser além disso. Não posso ser mais uma ovelha de Panurge. Não posso ser mais um da prole. Chega da sociedade, sugadora de almas.

O negócio é ouvir Queens of the Stone Age. Gosto muito muito deles. Não é minha banda favorita, mas, paradoxalmente, acho que seria assim que eu sonho a MINHA banda perfeita. Quem sabe com algumas alterações, por exemplo, eu não seria... Bah, que nada, os caras são ótimos. Eu seria mau pra caralho. Como o Josh Hommes. Mau como pica-pau. Mas sabe como é que é né? Sempre bom manter a origininalidade. Enfim, como o blog Buldozer já diz, O MUNDO É DARK! Detalhe: Outra coisa que me chama muita atenção do QOTSA, é o número exagerado de gostosonas rebolando ao som sinistro deles que aparecem nos clipes. Muito bom isso. Mostra que essa porra deprimida, na verdade, just wants some pussy, like the rest of us.

Aqui as letras pra moçada acompanhar:

It's the cruelest joke to play.
I'm so high, I run in place.
Only a line, we separate, so...

I keep on playin our favorite song.
I turn it up while you're gone.
It's all I've got when you're in my head,
And you're in my head so I need it.

You're the only thing I've got,
That I can't seem to get enough.
We collide for one embrace, so...

I keep on playin our favorite song.
I turn it up while you're gone.
It's all I've got when you're in my head,
And you're in my head so I need it.

The radio, it waits forever.

I keep on playin our favorite song.
I turn it up while you're gone.
It's all I've got when you're in my head,
And you're in my head so I need it.

I need it,
I need it,
I need it now.

Quem sabe um outro dia, faço um intervalo mais decente, revelando e refletindo mais sobre coisas que eu estou vendo nessas últimas semanas. Algumas engraçadas, outras não, mas todas têm algo para ser discutido.

Fui

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Expelido por: larica às 22:31
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