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segunda-feira, fevereiro 23, 2009
Sobre piratas

 

Li esse texto no Surra, do Psycho (blog muito bom, diga-se de passagem) e resolvi dar um copy/paste aqui. O larica vai ter um orgasmo com isso:

link original: http://surra.org/index.php?post_id=4719

O fechamento - temporário - de sites de legendas e o julgamento do Pirate Bay na Suécia trouxeram à tona - mais uma vez - o assunto pirataria.

De um lado do ringue, as leis. De outro, argumentos como o lag de tempo de lançamento de filmes e séries no Brasil e o custo proibitivo dos CDs e DVDs, a má-qualidade de nossa televisão (não vou nem comentar a aberta) que transmite filmes com legendas mal-feitas, cortes de 4x3, etc.

Pouco interessam os argumentos micros se o macro não for levado em conta: o mundo mudou.

Todo esse debate me trouxe uma sensação de deja-vu de uma década atrás com o surgimento e fechamento do Napster. De lá pra cá, diversos sites de trocas de arquivos foram fechados em nome da lei e milhares de outros sites e formas de troca apareceram. E vão continuar aparecendo, exatamente pelo mesmo motivo pela qual a internet revolucionou o mundo: a troca de informações é a essência de qualquer rede. Ponto.

A popularização da internet apenas acelerou um processo que acompanhamos há seculos: leis engessadas versus a evolução tecnológica. Da Inquisição que queimava os que afirmavam que a Terra era redonda à RIAA que fecha o Napster no Tribunal. À APCM querendo fechar sites amadores de legendas.

Esse gap entre as evolução das leis e a evolução da tecnologia é o que se acostumou chamar de pirataria. Ou bruxaria.

E a tecnologia não é a causa e sim o meio pelo qual as distorções de mercado são arbitradas.

Sempre fui um adepto do "try before buy", se o buy no caso não for - como é de costume - uma ofensa ao nosso poder aquisitivo. CDs importados a R$80, lançamentos de filmes a R$50, shows a R$ 200, e séries que custam mais que um aparelho de DVD.

Sim, há questões a serem levantadas como o "custo Brasil" nessa história. Mas enquanto a Microsoft não se ligar que não dá pra cobrar em dólares o mesmo valor de seu Windows na Alemanha ou no Brasil, vai haver alguma forma de conseguí-lo por R$ 10 na esquina ou no torrent mais próximo.

E não me venham com esse papo de que indústria do entretenimento irá acabar. O que não existirá mais é o atual modelo de negócio adotado por ela desde o início do século passado. Um sinal dessas transformações vimos no lançamento do disco do Radiohead a custo livre. No lançamento do seriado Heroes primeiro na internet e depois na televisão e nas prateleiras. Na I-Tunes Store, que me permite assistir um filme em HD no meu Apple TV (central multimidia) por U$3 no conforto de minha casa, de forma mais barata e de melhor qualidade que um dvd pirata comprado nas ruas (ou mesmo nas lojas).

Má qualidade. Custos altos. Pouca praticidade. Leis engessadas. A internet está servindo como um corregedor das distorções do mercado de entretenimento e de informação. Lutar contra a isso é lutar quixotescamente contra a evolução da humanidade. Enquanto a indústria do entretenimento não se mover na mesma velocidade que a tecnologia, teremos a "pirataria". Eu sou um pirata.

Expelido por: lunatico às 14:25
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