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Lun�tico
Monstro de escuridão e rutilância, foi replicado a partir dos restos de sêmen de uma iguana presentes em ranhuras duma rocha antiga encontrada no Golfo do México. Responsável pela produção caseira atual do jogo PONG, programa com sua sapiência símia altas coisas. Decorador nas horas vagas. Tipo, ele faz o design do blog.
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Hippie e sujo, trabalha como vassoura humana para garantir seu angu no final do dia. Voou pelo mundo no seu tapete mágico defendo idéias como beat e vorticismo. Só sabe tocar Hurricane do Bob Dylan, e estranhamente, expele fumaça roxa ao fumar, por isso, o apelido.
Larica
Garoto maconheiro e pederasta, nasceu caolho. Usa um tapa-olho. Perdeu a perna durante intercurso na antiga União Soviética com um Urso Pardo. Atualmente vive de esmola no centro de São Paulo.
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Tocador de zabumba eletrônica, mora com seu rato de estimação, Lester e uma réplica em tamanho real da tartaruga ninja Leonardo. Tipo sanguíneo: C+. Gosta de caminhar na praia com uma cabeça de bode e é satanista, oh maldito.

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sábado, março 28, 2009
Analizando o sentido poético da coisa...

 
Bleh, nunca fiz uma poesia, mas tava dormindo e pintou uma ideia boa (sem acento no ideia). Não sei porra nenhuma de métrica, nem vou tentar rimar muito que dá muito trabalho. A arte se faz com o coração. Amém. Let's go:

Século XXI

Sábado, 22h30.
Hoje é dia de aproveitar,
de zuar,
de curtir.

Vou entrar num carro.
Não importa que carro.
Taxi, amigo, máquina.
Meu portal de escape.

O motorista vai botar um rádio.
Eu vou ouvir.
Um solo de guitarra, a beyoncé, o mala do locutor.
Vou me preparar para uma noite.

Num salão fedido e sujo,
Lá estarei eu, acompanhando a batida.
Acompanhando as pessoas,
Acompanhando a felicidade,
Acompanhando o esquecimento.

A bebida vai rolar!
A bebida vai descer!
A memória vai sumir!
O sofrimento vai partir!

Num cubo escuro e esquecido
As pessoas vão esquecer
As pessoas vão esquecer,
Vão esquecer a vontade de morrer.

Cabeças pulando em um amontoado de vida humana,
A vida humana pulando em um amontoado de cabeças,
No torpor do esquecimento,
As pessoas vão esquecer, as pessoas vão esquecer.
Até chegar a aurora do amanhecer.

Eu vou beijar, eu vou amar.
Mesmo que seja falso.
Vou comemorar, vou celebrar.
Mesmo que seja falso.

Vou odiar, vou negar.
Mesmo que seja verdadeira.
Vou querer, vou desejar,
Mesmo que seja verdadeira,
Que a grande mudança seja verdadeira!

Que a grande dança seja verdadeira!
Que a grande dança não seja a dança da ignorância!
Que a grande dança não seja aquela da indignação...
Que horror, danço por nada.
Danço pelo torpor.

Vou sair daqui.
4h50 da manhã de domingo.
Com o sorriso forçado pela química,
Sorrirei para o céu poluído pela mesma.

Expelido por: larica às 20:40
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